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quarta-feira, 4 de março de 2009

Ryanair = Aviaçao Civil_ LOW COSTS

  • A Ryanair está a analisar a possibilidade de cobrar 1,2 euros pelo uso da casa de banho nos aviões, anunciou o director executivo da companhia aérea irlandesa Low Cost.
  • A Companhia Low Cost Ryanair anunciou esta semana que vai deixar de usar balcões de check-in nos aeroportos onde opera. Decisão que deverá estar implementada até ao final deste ano. O objectivo é reduzir custos, segundo explicou Michael O’Leary, CEO da transportadora, ao Daily Telegraph: “Vamos ter apenas um local para os passageiros deixarem a bagagem, tudo o resto será feito online”.
    Em Portugal, a medida deverá começar a ser aplicada antes do Verão IATA (que este ano decorre entre 29 Março e 24 Outubro 2009. A Ryanair opera para Porto e Faro, sendo assistida em ambas as escalas pela Portway.
    Por cada voo, e em cada aeroporto, existem dois balcões de check-in que não são fixos, mas sim alocados à operação.
    Com a decisão da transportadora, será possível reduzir os custos dos alugueres dos referidos balcões, dado que em vez de dois, haverá apenas um balcão para deixar a bagagem, por cada voo da companhia de baixo custo.
  • Clientes beneficiam
    Na prática, numa primeira fase, o número de pessoas que assistem os voos da Ryanair não deverá diminuir, até porque os quiosques de check-in contarão com a presença de alguém da empresa de handling para apoiar os passageiros, segundo avançou fonte do sector. Esta medida adoptada pela companhia de baixo custo vem também acentuar a tendência de passar a pressão do controle dos bilhetes do check-in para a porta de embarque. Quer isto dizer que será imprescindível a presença de um colaborador junto à porta de embarque.
    Entretanto, com o desenrolar do tempo, a Ryanair terá de desenvolver um sistema próprio de aceitação de passageiros e bagagens. Tem também de instalar e formar pessoas para utilizarem esse sistema, além de implementar quiosques automáticos. Por último, a companhia de baixo custo tem de proceder à aceitação de bagagens no balcão destinado a recebê-las.
    De forma a tornar esta medida mais atractiva junto dos passageiros, Michael O’Leary antecipou que o que a transportadora poupar virá a ser aproveitado pelos clientes sob forma de tarifas mais baixas. O CEO avançou também que com o check-in online será também uma possibilidade a redução do custo de despachar bagagem. Actualmente essa taxa é de 21,20 euros para uma viagem de ida-e-volta. De lembrar também que o limite máximo são 15 quilos, sendo que por cada quilo a mais a Ryanair cobra 15,6 euros.

Fonte: Edição da Publituris de Fevereiro 2009

Turismo de Portugal 04/03/2009